Nota do blogueiro: Amigos, aqui posto uma parte da filosofia oriental muito interessante que é a contemplação de Koans.
O que são Koans?
São afirmações, diálogos, frases e ações provindas do Zen-budismo que não possuem nenhum sentido para a mente comum. Portanto ao se ler um Koan a mente ira procurar uma resposta lógica para compreende-lo e arquiva-lo, porém a lógica do Koan não está acessível a capacidade da mente comum e com isso a própria irá tentar inumeras vezes achar uma solução em vão e ira se cansar, cessando suas atividades conturbadas dando lugar ao repouso para a mente. Isso permite com que consigamos atingir o estado de profunda meditação. Sentindo a pura paz e o puro amor de Deus.
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“Uma vez raciocinando sobre um Koan, tudo o que o discípulo pensar na tentativa de solucioná-lo, por mais próximo que chegue, vai referencializar o seu oposto e não eliminá-lo por completo. Assim, toda forma de resolução vai se perder na dicotomia vivenciada pela separação sujeito / objeto, sim / não, ser / não-ser…, o que não conduzirá jamais ao estado de unidade pretendida. (…)” Fonte: http://br.geocities.com/zensanga/koan.html
Alguns Koans
Um monge dirigiu-se ao mestre Ummon (Yun Men em chinês) e perguntou:
– Suponha que você encontre alguém surdo, mudo e cego. Como ele não poderia ver seus gestos, ouvir sua pregação ou mesmo fazer perguntas, você não poderia fazer nada. Incapaz de salvá-lo, você se mostraria um mestre inútil, certo?
– Faça uma mesura – disse o mestre.
O monge, embora tomado pela surpresa, obedeceu à ordem do mestre, depois voltou à posição normal na expectativa de ver sua pergunta respondida. Mas em vez de resposta recebeu um golpe de bastão e pulou para trás.
– Muito bem – disse Ummon. – Você não é cego. Agora chegue mais perto.
O monge atendeu ao pedido.
– Bom – disse Ummon –, você também não é surdo. Entendeu?
– Entendi o quê, senhor?
– Ah! Você também não é mudo.
Ao ouvir essas palavras, o monge despertou como de um sono profundo.
OO Som do Silêncio
Certa vez, um buddhista foi às montanhas procurar um grande mestre, que segundo acreditava poderia lhe dizer a palavra definitiva sobre o sentido da Sabedoria. Após muitos dias de dura caminhada o encontrou em um belo templo à beira de um lindo vale.
“Mestre, vim até aqui para lhe pedir uma palavra sobre o sentido do Dharma. Por favor, faça-me atravessar os Portões do Zen.”
“Diga-me,” replicou o sábio, “vindo para cá vós passastes pelo vale?”
“Sim.”
“Por acaso ouvistes o seu som?”
Um tanto incerto, o homem disse:
“Bem, ouvi o som do vento como um suave canto penetrando todo o vale.”
O sábio respondeu:
“O local onde vós ouvistes o som do vale é onde começa o caminho que leva aos Portões do Zen. E este som é toda palavra que vós precisais ouvir sobre a Verdade.” Som do Silêncio
Certa vez, um buddhista foi às montanhas procurar um grande mestre, que segundo acreditava poderia lhe dizer a palavra definitiva sobre o sentido da Sabedoria. Após muitos dias de dura caminhada o encontrou em um belo templo à beira de um lindo vale.
“Mestre, vim até aqui para lhe pedir uma palavra sobre o sentido do Dharma. Por favor, faça-me atravessar os Portões do Zen.”
“Diga-me,” replicou o sábio, “vindo para cá vós passastes pelo vale?”
“Sim.”
“Por acaso ouvistes o seu som?”
Um tanto incerto, o homem disse:
“Bem, ouvi o som do vento como um suave canto penetrando todo o vale.”
O sábio respondeu:
“O local onde vós ouvistes o som do vale é onde começa o caminho que leva aos Portões do Zen. E este som é toda palavra que vós precisais ouvir sobre a Verdade.”
O Som do Silêncio
Certa vez, um buddhista foi às montanhas procurar um grande mestre, que segundo acreditava poderia lhe dizer a palavra definitiva sobre o sentido da Sabedoria. Após muitos dias de dura caminhada o encontrou em um belo templo à beira de um lindo vale.
“Mestre, vim até aqui para lhe pedir uma palavra sobre o sentido do Dharma. Por favor, faça-me atravessar os Portões do Zen.”
“Diga-me,” replicou o sábio, “vindo para cá vós passastes pelo vale?”
“Sim.”
“Por acaso ouvistes o seu som?”
Um tanto incerto, o homem disse:
“Bem, ouvi o som do vento como um suave canto penetrando todo o vale.”
O sábio respondeu:
“O local onde vós ouvistes o som do vale é onde começa o caminho que leva aos Portões do Zen. E este som é toda palavra que vós precisais ouvir sobre a Verdade.”
Frases Koans
- Qual é o som de uma só mão batendo palma?
- Um monge perguntou a Joshu: “um cão possui a natureza de Buda?”
Joshu respondeu: “Mu”.
- Como impedir que uma gota d’água jamais seque?
- Não busque vingança, busque Buda.
- Quando o trovão soar, se você estiver viajando cubra-se, se estiver em casa aprecie.O que importa mais: o Dragão ou que ele tem em suas entranhas?Morrer e viver, viver e morrer, tão iguais ao rio a correr.A mulher que se cala é menos mulher? O homem que muito fala é menos tolo?Os pássaros voam livres, mas porque só o homem se alegra?
Namastê!